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Nós precisamos estudar isso, porque não podemos dizer, ‘isso não é para nós, não se trata das Olimpíadas’,” defendeu Tony Estanguet, co-presidente do comitê. “A juventude está interessada nos eSports e esse tipo de coisas. Vamos observar isso, nos encontrarmos com eles. Vamos tentar construir algumas pontes. Não quero dizer ‘não’ desde o início. Acho interessante interagir com o COI, com eles, a família dos esportes, para melhor entendermos como é o processo e o porque de tamanho sucesso.

Sendo assim, o próximo passo será tentar convencer o COI (Comitê Olímpico Internacional), tarefa que desconfio não será nada fácil. A entidade costuma enrolar bastante as confederações de “esportes tradicionais” que gostariam de ver suas modalidades presentes nas Olimpíadas, o que tem feito por exemplo com que o Futsal, o Skate e o Caratê continuem sem participarem do evento.

No entanto, algo que ajuda a dar esperança a aqueles que gostariam de ver competições de videogames nas Olimpíadas é o evidente crescimento da popularidade desses torneios, além do fato de que nos Jogos Asiáticos de 2022 já teremos a presença dos eSports. Também vale lembrar que durante a Rio 2016 tivemos a realização da eGames, iniciativa que tentou chamar a atenção do mundo para o assunto.

Tal debate ainda deverá se arrastar por um tempo, já que um parecer por parte do COI só deverá ser emitido depois das Olimpíadas de 2020, cuja sede será em Tóquio. Mas se fosse para apostar hoje, eu diria que os games não serão aceitos em Paris. Contudo, como a tendência é de que nos próximos anos os eSports se tornem um fenômeno ainda maior, não duvido que os engravatados da entidade optem por aproveitá-los o quanto antes, tudo por causa de patrocínios mais gordos do espírito olímpico.


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